
Brittany Murphy
O site "TMZ" teve acesso ao relatório da polícia de Los Angeles, que mostra que Brittany Murphy estava se queixando de falta de ar e dores abdominais cerca de dez dias antes de sua morte, no último domingo, 20 de dezembro.
Segundo o documento, a atriz entrou no banheiro por volta das 7h30 da manhã e fechou a porta. Meia hora depois, Sharon Murphy, mãe da atriz, abriu a porta e a encontrou caída, inconsciente. Em seguida, Sharon gritou pedindo ajuda e foi ouvida por Simon Monjack, marido de Brittany, que ainda estava na cama.
Ainda de acordo com o relatório, Simon tentou reanimá-la no chuveiro, debaixo d'água, enquanto Sharon ligava para o 911, serviço de emergência dos EUA. Brittany vomitou antes da chegada dos paramédicos, mas foi encontrada sem sinais vitais. Eles a levaram para o quarto principal, onde encontraram frascos de remédios no nome de Sharon Murphy, de Simon Monjack, e de uma terceira pessoa não identificada.
Entre os medicamentos estavam Topamax (contra ataque apoplético e enxaqueca), Methylprednisolone (Medrol, antiinflamatório), Fluoxetina (antidepressivo), Klonopin (contra ansiedade), Carbamazepine (contra sintomas da diabetes e para tratar bipolaridade), Ativan (contra ansiedade), Vicoprofen (alívio da dor), Propranolol (contra hipertensão, para prevenir ataque cardíaco), Biaxin (antibiótico), Hydrocodone (contra dor) e vitaminas.
Não foram encontradas garrafas de bebida alcoólica ou qualquer tipo de drogas.
Na noite anterior à sua morte, Brittany comeu macarrão, restos de comida tailandesa, Gatorade (bebida isotônica), água e chá com limão.
No relatório também está escrito que a atriz tinha um histórico de hipoglicemia e que foi internada em abril de 2009 em Oregon, nos Estados Unidos, com pequena quantidade de açúcar no sangue.
Simon Monjack disse à polícia que a mulher reclamava de falta de ar e dores abdominais há sete ou dez dias, mas que não ficou preocupado porque ela sempre sofria com dores pré-menstruais.